Por Que As Mídias sociais Tornaram-se Tão Respeitáveis

10 May 2019 10:02
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<h1> Cinco Dicas De Marketing Digital Que Todo Empres&aacute;rio Necessita Saber : Text&atilde;o No Facebook N&atilde;o Muda Avalia&ccedil;&atilde;o Pol&iacute;tica De Ningu&eacute;m</h1>

<p>Dezoito 1 mil por danos morais pela Ruah Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio de M&oacute;veis Ltda., de Sobral, munic&iacute;pio do Cear&aacute;. A sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) assim como definiu que os filhos da v&iacute;tima de assassinato no trabalho receber&atilde;o uma pens&atilde;o mensal de um sal&aacute;rio m&iacute;nimo at&eacute; que completem 25 anos de idade.</p>

<p>De acordo com o m&eacute;todo, o crime foi alcan&ccedil;ado com golpes de faca por um empregado supostamente perturbado emocionalmente pelos ‘fuxicos’ de colegas contra ele. De acordo com testemunhas, o assassinato no trabalho ocorreu ap&oacute;s o menino come&ccedil;ar a agredir a colega e, quando a v&iacute;tima pediu pra que parasse, ele se voltou contra ela e a esfaqueou.</p>

<p>Ap&oacute;s o sucedido, os tr&ecirc;s filhos da v&iacute;tima, que tinha 32 anos, processaram a organiza&ccedil;&atilde;o pedindo repara&ccedil;&atilde;o por danos instrumentos e morais. Eles justificaram que a responsabilidade pelo se dado &eacute; da companhia, uma vez que a mesma falhou na seguran&ccedil;a e vigil&acirc;ncia dos empregados. A Web A Servi&ccedil;o Do Teu Neg&oacute;cio , a empregadora sustentou que n&atilde;o poderia ser responsabilizada por um ato praticado por um terceiro e que, ademais, n&atilde;o se trata de um incidente de servi&ccedil;o, em raz&atilde;o de o crime n&atilde;o decorreu no decorrer do servi&ccedil;o. 104 1000 por dano instrumento, com apoio no &uacute;ltimo sal&aacute;rio da v&iacute;tima e na perspectiva de exist&ecirc;ncia, de 65 anos.</p>

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<p>Depois da decis&atilde;o da Vara do Trabalho, a empresa recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 7&ordf; Regi&atilde;o (CE), que acatou o pedido. Pro TRT, era imposs&iacute;vel e inapropriado uma vigil&acirc;ncia ininterrupta e contumaz de todos os funcion&aacute;rios pra evitar que eventos danosos acontecessem entre eles. Ademais, a segunda inst&acirc;ncia declarou que a faca utilizada no crime assim como era a ferramenta de servi&ccedil;o do funcion&aacute;rio, o que descarta a hip&oacute;tese de neglig&ecirc;ncia da corpora&ccedil;&atilde;o.</p>

<ul>

<li>6 — Humanize o seu atendimento nas redes sociais</li>

<li>As pessoas neste instante est&atilde;o conectadas v&aacute;rias horas por dia nas redes sociais</li>

<li>O que devia para alterar de emprego em 2014</li>

<li>9- Cuidado com fotos publicadas que conseguem denegrir tua imagem</li>

<li>4 Caracter&iacute;sticas do Col&eacute;gio</li>

</ul>

<p>Com a anula&ccedil;&atilde;o das demandas, os tr&ecirc;s filhos da v&iacute;tima entraram com jeito no Tribunal Superior do Servi&ccedil;o (TST). Os herdeiros sustentaram que a empresa n&atilde;o tomou as provid&ecirc;ncias de seguran&ccedil;a pela ocasi&atilde;o. E tamb&eacute;m ter matado a amigo, o empregado, em seguida, esfaqueou outro funcion&aacute;rio e ainda matou um homem de uma organiza&ccedil;&atilde;o vizinha, o que demonstraria a premedita&ccedil;&atilde;o dos crimes cometidos.</p>

<p>Dezoito mil por preju&iacute;zo moral aos filhos da v&iacute;tima. Em conex&atilde;o ao preju&iacute;zo instrumento, o magistrado ordenou que a corpora&ccedil;&atilde;o vai ter que pagar aos herdeiros uma pens&atilde;o mensal de um sal&aacute;rio m&iacute;nimo desde a morte da m&atilde;e at&eacute; que eles completem 25 anos. As seis Redes sociais Mais Populares Do Momento do Tribunal Regional do Servi&ccedil;o (TRT) da 23&ordf; regi&atilde;o manteve a demiss&atilde;o por justa causa de um ex-funcion&aacute;rio de uma pizzaria que fez um coment&aacute;rio ofensivo contra a organiza&ccedil;&atilde;o em que trabalhava em grupo do WhatsApp.</p>

<p>O caso aconteceu na cidade de Ju&iacute;na, Mato Grosso. A intima&ccedil;&atilde;o do ex-funcion&aacute;rio foi feita em 2017, no momento em que ele sofreu demiss&atilde;o por justa raz&atilde;o ap&oacute;s criticar o atendimento efetuado pela corpora&ccedil;&atilde;o, “em tom de brincadeira, em teu momento de folga”, como alegou. De acordo com os autos, um amigo de trabalho do reclamante enviou uma mensagem no grupo do WhatsApp informando a respeito da promo&ccedil;&atilde;o do rod&iacute;zio de pizza oferecido na corpora&ccedil;&atilde;o. Em resposta &agrave; postagem, o trabalhador citou o seguinte: “Esse rod&iacute;zio &eacute; uma merda, s&oacute; duas horas. Pela demora que &eacute;, n&atilde;o d&aacute; pra comer nem sequer 2 peda&ccedil;os”.</p>

<p>Sabendo do coment&aacute;rio, a corpora&ccedil;&atilde;o demitiu o funcion&aacute;rio por justa causa, mas o trabalhador discordou da penalidade e entrou com a&ccedil;&atilde;o trabalhista. Entretanto, o ju&iacute;zo de 1&ordm; grau concordou com a decis&atilde;o da pizzaria. Insatisfeito com a decis&atilde;o, o trabalhador recorreu, alegando que n&atilde;o teve a inten&ccedil;&atilde;o de caluniar a imagem do empregador ao divulgar tal coment&aacute;rio no grupo do aplicativo de mensagens.</p>

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